Skinbooster: o que você precisa saber sobre esse procedimento?

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Skinbooster se tornou um nome bastante conhecido no mundo da Harmonização Orofacial. Contudo, muitos ainda não têm ideia do quanto ele pode transformar não só a pele do paciente, como também o resultado de outros tratamentos.

Vamos imaginar que em uma análise de algum paciente, você reparou que há muita quebra dérmica, sulcos marcados e pele desidratada. Ou seja, condições que dão um aspecto mais velho ao paciente. É bem comum perceber que apenas um único procedimento de HOF não é o suficiente para tratar uma determinada queixa.

A pele sofre muitas alterações durante o envelhecimento. A proliferação celular, a elasticidade e o vigor da pele diminuem, enquanto que os processo de oxidação e liberação de radicais livres aumentam. Mesmo com o uso constante de hidratantes e produtos de skincare, a pele não consegue recuperar suas características. Afinal, não há um desempenho profundo na pele.

Mas o Skinbooster tem!

Então, continue lendo o conteúdo para entender melhor como funciona esse procedimento!

O que é Skinbooster?

É um procedimento que melhora a qualidade dérmica do paciente. Seu principal componente é o famoso ácido hialurônico, que promove uma intensa hidratação na pele. Mas não se engane, ele não é utilizado da mesma forma que o preenchimento facial.

A diferença é que o Skinbooster não tem a função de preencher ou corrigir assimetrias, e sim de estimular a produção de colágeno. Isso acontece por meio da intradermoterapia, ou seja, o profissional de HOF deposita o fármaco em locais específicos, com ajuda de uma agulha ou cânula, de pequeno calibre.

Seu uso faz com que possa ser utilizado em outros procedimentos, para melhorar ainda mais a aparência da pele. Ele costuma ser feito antes de uma aplicação de Toxina Botulínica, por exemplo. Mas sempre respeitando o tempo de espera entre um tratamento e outro.

Vantagens do procedimento

Para entender melhor a ação do Skinbooster na pele, vamos falar brevemente o que acontece com ela durante o envelhecimento.

Você já sabe que com o passar do tempo, aproximadamente pela idade dos 25 anos, a pele começa a passar por algumas mudanças. Essas alterações em suas estrutura são completamente normais.

Quando uma pessoa envelhece sem que nenhuma doença a acometa, ela está passando pelo processo de senescência. Vamos focar apenas nela, porque na senilidade, que é quando a pessoa apresenta alguma patologia, ocorrem outras alterações.

Para entender melhor sobre a interferência das doenças na pele, clique aqui para ler a cartilha da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Enfim, confira abaixo alguns aspectos da senescência na pele:

  • Formação de rugas, por causa da perda da capacidade de retração, do poder tensor, da espessura e da água;
  • Perda da firmeza da pele e aparição de desordens pigmentares;
  • Início da proliferação celular cutânea na epiderme, o que dá origem a uma superfície irregular;
  • Diminuição da produção de colágeno, assim como a atividade de fibroblastos, dando um aspecto flácido à pele;
  • Redução na função de barreira da pele e na eficiência do seu sistema.

Agora que você já sabe tudo o que acontece na pele durante o envelhecimento, fica mais fácil entender como o Skinbooster funciona. O tratamento atua nas alterações que citamos acima, porque estimula a produção de colágeno, hidratação e elasticidade da pele. Isso tudo resulta em uma aparência mais jovem e bem-cuidada.

Além dos benefícios para a pele, o procedimento oferece baixo custo, tanto no quesito medicamento quanto no valor da aplicação. Também é bastante prático para o manuseio e o armazenamento, o que possibilita que o profissional de HOF crie novos protocolos e técnicas.

Leia também: Orientações pós-procedimento para tratamentos de harmonização

Contraindicações do Skinbooster

Por menos invasivo que os procedimentos de HOF possam ser, ainda tem prós e contras. Por isso, o profissional de Harmonização deve realizar qualquer procedimento com muito cuidado. Além disso, também deve saber quando não realizar o tratamento.

Conheça agora quais são as contraindicações do Skinbooster:

  • Pacientes que têm tendência a formar queloides, ou seja, crescimento anormal do tecido cicatricial, devem evitar o procedimento. Isso porque o Skinbooster pode impulsionar a formação de queloides no local da aplicação.
  • Também não é recomendado realizar o procedimento em pacientes com hipersensibilidade cutânea, porque vão sentir muita dor. A própria aplicação da anestesia é bastante dolorosa para eles.
  • Não podemos esquecer dos pacientes que apresentam alergia a qualquer um dos componentes do medicamento. Afinal, você pode causar uma reação alérgica nele e, dependendo da sensibilidade, pode ser bem grave.
  • Não se deve aplicar o Skinbooster em locais com verruga, apenas nos arredores, porque pode estimular seu crescimento.
  • Se o paciente apresentar qualquer infecção ou inflamação no local da aplicação, é melhor não realizar o tratamento, para que não cause nenhuma complicação.
  • Em casos de pacientes com Herpes ativa, não é bom realizar o procedimento, pois além de contaminar o produto, pode se espalhar para outras áreas.
  • A qualquer sinal de queimaduras ou feridas em cicatrização no local, o procedimento também não deve ser feito, pois a região já está fragilizada e pode ocasionar alguma infecção. O mesmo vale para a suspeita de qualquer tipo de câncer.
  • Por último, pacientes grávidas devem evitar o Skinbooster. Isso porque não há estudos o suficiente que descartem a relação de intercorrências com elas ou o feto.

Para saber como descobrir todas as informações da condição clínica do paciente, leia o artigo que criamos sobre o Prontuário de HOF aqui.

Anestesias para o tratamento de skinbooster

Qualquer procedimento pode gerar algum incômodo durante sua aplicação. Por isso, você deve aprender a utilizar os anestésicos, para deixar seu paciente o mais confortável possível!

Para o Skinbooster, existem 3 tipos de anestesias locais que você pode utilizar:

  • Supraorbitária: o objetivo dessa técnica é anestesiar parte da testa, a raiz do nariz e parte média da pálpebra superior;
  • Infraorbitária: essa funciona bem para anestesiar os tecidos moles da região, como a pele da parte superior da bochecha, parte do nariz, a pele túnica da pálpebra inferior e a mucosa do lábio;
  • Mentoniana: com essa técnica, você consegue proporcionar uma anestesia dos tecidos moles na região do forame mentual, além dos dentes da região.

Veja também: Tipos de anestesia para Harmonização Orofacial

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